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PCP lembra proposta de renegociação da dívida PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sábado, 06 Abril 2013 17:34
PCP assinala nos próximos dias a passagem de dois anos sobre a proposta que apresentou de renegociação da dívida.
A 5 de Abril de 2011, o PCP sublinhou a indispensável e firme recusa deste rumo de “austeridade” com a recusa do caminho dos PEC ou do FMI/UE, e apresentou ao país, em ruptura com a política de direita, cinco propostas essenciais que teriam poupado muitos sacrifícios aos trabalhadores e ao povo, designadamente a renegociação da dívida pública portuguesa; a intervenção junto de outros países com problemas similares visando uma acção convergente para travar a espiral especulativa; a adopção de uma política virada para o crescimento económico; a diversificação das fontes de financiamento; e a avaliação do conjunto das chamadas Parcerias Público-Privadas.
accao_2anosrenegociacaodividaPCP assinalou ontem  a passagem de dois anos sobre a proposta que apresentou de renegociação da dívida.
A 5 de Abril de 2011, o PCP sublinhou a indispensável e firme recusa deste rumo de “austeridade” com a recusa do caminho dos PEC ou do FMI/UE, e apresentou ao país, em ruptura com a política de direita, cinco propostas essenciais que teriam poupado muitos sacrifícios aos trabalhadores e ao povo, designadamente a renegociação da dívida pública portuguesa; a intervenção junto de outros países com problemas similares visando uma acção convergente para travar a espiral especulativa; a adopção de uma política virada para o crescimento económico; a diversificação das fontes de financiamento; e a avaliação do conjunto das chamadas Parcerias Público-Privadas.
Por isso mesmo, ontem, em vários concelhos do distrito, o PCP realizou diversas acções de esclarecimento junto da população e dos trabalhadores. 
 
PS, PSD e CDS beneficiam grupos económicos, enquanto penalizam os bracarenses PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 05 Abril 2013 13:18
PS, PSD e CDS beneficiam grupos económicos, enquanto penalizam os bracarenses
A política fiscal desenvolvida pelo governo de coligação PSD/CDS tem vindo a assumir-se como um autêntico tormento para a generalidade das famílias, agravada agora pelas novas taxas e tabelas de IRS que vêm saquear mais uma parte dos seus rendimentos.
Na mesma linha política tem actuado o PS na Câmara de Braga ao fixar, ano após ano, as taxas máximas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), bem como ao definir, sempre por valores escandalosamente elevados, as mais diversas taxas municipais e tarifários dos serviços públicos.
Neste quadro, a mais recente decisão do Executivo Municipal, tomada em conjunto pelo PS, PSD e CDS, de isentar do pagamento de IMI um parque de estacionamento de uma unidade hoteleira, durante 25 anos, é um escândalo inaceitável.
Esta decisão, não sendo nova pois os mesmos partidos aprovaram também por unanimidade, a isenção de IMT e IMI, também durante 25 anos, à BragaParques, representa uma incomensurável afronta aos cidadãos de Braga.
Assim, enquanto uma larga grande maioria dos bracarenses estão a ser confrontados com valores mais elevados de IMI, à custa das novas avaliações de imóveis impostas pelo governo de direita, o PS, o PSD e o CDS, no âmbito local, não se inibem de libertar do pagamento desse imposto, durante 25 anos, determinados grupos económicos.
Já que esses partidos entendem que o Município pode abdicar dessas receitas, ao invés de isentar tais grupos económicos, deviam, isso sim, reduzir as taxas de IMI aplicadas aos bracarenses, aliviando assim os encargos de milhares de famílias que passam hoje enormíssimas dificuldades e que, em muitos casos, são obrigadas a entregar as suas casas à insaciável banca.
Esta opção política torna ainda mais evidentes os interesses que estes partidos defendem, colocando-se sempre, mas sempre, do lado dos mais poderosos, daqueles que menos dificuldades teriam em pagar os impostos municipais e mais poderiam contribuir para o equilíbrio das contas do Município.
braga_1A política fiscal desenvolvida pelo governo de coligação PSD/CDS tem vindo a assumir-se como um autêntico tormento para a generalidade das famílias, agravada agora pelas novas taxas e tabelas de IRS que vêm saquear mais uma parte dos seus rendimentos.Na mesma linha política tem actuado o PS na Câmara de Braga ao fixar, ano após ano, as taxas máximas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), bem como ao definir, sempre por valores escandalosamente elevados, as mais diversas taxas municipais e tarifários dos serviços públicos.
Neste quadro, a mais recente decisão do Executivo Municipal, tomada em conjunto pelo PS, PSD e CDS, de isentar do pagamento de IMI um parque de estacionamento de uma unidade hoteleira, durante 25 anos, é um escândalo inaceitável.Esta decisão, não sendo nova pois os mesmos partidos aprovaram também por unanimidade, a isenção de IMT e IMI, também durante 25 anos, à BragaParques, representa uma incomensurável afronta aos cidadãos de Braga.
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Apresentação do 1º Candidato da CDU à Câmara Municipal de Vila Verde PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 28 Março 2013 12:29
Apresentação do 1º Candidato  da CDU à Câmara Municipal de Vila Verde
Exmos Senhores,
As eleições Autárquicas de 2013 vão realizar-se num quadro de inúmeras dificuldades para  o Povo Português , com reflexos naturalmente mais negativos num Concelho como Vila Verde, Concelho com uma forte componente rural e onde a Indústria tem vindo a desaparecer.
Dificuldades que decorrem desde logo da situação política económica e social, com particular relevo para o desemprego e para o aumento do trabalho precário e clandestino, para o aumento  das bolsas  de pobreza, havendo inúmeras famílias que vivem apenas do Rendimento Social de Inserção (RSI) e outras sem qualquer rendimento.
Dificuldades que resultam das políticas de direita desencadeadas pelos  sucessivos governos PS, PSD e CDS/PP ao longo dos últimos anos, agravadas e aprofundadas pelo actual Governo com a implementação do  resgate financeiro da Troika e do memorando de entendimento subscrito pelos três Partidos,  PS, PSD e CDS/PP.
Como consequência das políticas de direita e da aplicação do acordo com a Troika , os Partidos subscritores, permitem não só o agravamento das condições de vida dos Portugueses, como uma inaceitável ingerência na organização política do País, nomeadamente no Poder Local Democrático que, independentemente das opções políticas dos executivos , é sem dúvida, uma das mais importantes conquistas do 25 de Abril e contribuiu decisivamente para a melhoria da qualidade de vida das populações.
Ao progresso que o  Poder Local Democrático representou no Portugal de Abril, contrapõe-se um Programa de descaracterização e  retrocesso que , ditado por anos de política de direita, conhece hoje , a pretexto do chamado “ Programa de ajuda financeira” uma nova fase com vista á sua liquidação. Sendo que no caso de Vila Verde a situação é ainda mais aberrante por ser o PSD o CDS e o PS a proporem, a privatização de serviços Municipais, como é o caso dos serviços de recolha de resíduos sólidos urbanos, da Escola Profissional Amar Terra Verde , da água e saneamento a par da introdução de uma nova Lei das finanças locais, que visa conduzir à insolvência as autarquias, são alguns exemplos daquilo que pretende o Programa de liquidação do Poder Local Democrático.
A Reforma Administrativa Territorial Autarquica,  não foi mais de que um processo de liquidação de freguesias,  contribuindo ainda mais para o afastamento das populações e da sua participação na vida e intervenção politica local, sendo no caso de Vila Verde a situação é particularmente grave, por ser apadrinhada pelas forças politicas com representação no executivo Municipal.
Após um continuo processo de esvaziamento de serviços de  proximidade a liquidação de freguesias representa o mais vil ataque ás populações e ao poder local democratico, emanação  do 25 Abril.
A CDU tudo fará para com  as populações lutar no sentido de reverter este processo,
Neste contexto, nunca como hoje a defesa do poder local democrático, com o que ele representa de expressão das aspirações populares, de melhoria das condições de vida  e de factor indispensável ao desenvolvimento e progresso locais,    esteve tão associado à inadiável ruptura com  a política de direita, à rejeição do pacto de agressão, à concretização de uma outra política que resgate o País da dependência  e da submissão externa e coloque no centro dos seus objectivos e orientações, a elevação das condições de vida do povo português, do desenvolvimento económico e o progresso social.
A CDU confirma assim, a sua determinação em assegurar  a sua presença nas próximas eleições Autárquicas em Vila Verde, lutando pela defesa do Poder Local Democrático e pela melhoria das condições de vida das populações, com todo o empenhamento e dedicação que a tem caracterizado ao longo dos anos.
Para além da Coligação do PCP/PEV/ID, a CDU é, também, um grande espaço de convergência de muitos homens e mulheres democratas e de esquerda, que com o seu contributo e a sua colaboração activa dão mais vida e força a um projecto politico que vai ao encontro dos interesses dos Vila Verdenses.
Nas próximas eleições  autárquicas estará presente, para lá do significado que em si mesma representam, a expressão da legitima indignação de milhares de Portugueses perante o dramático rasto deixado em cada concelho e freguesia por uma política geradora de um desemprego massivo, de cortes brutais nos salários, apoios sociais e rendimentos, de uma carga fiscal insuportável sobre as famílias e as pequenas e médias empresas, de destruição dos serviços públicos e de comprometimentos do direito constitucional de acesso á saúde e à educação.
Partimos para estas eleições com uma certeza.
Reforçar a CDU dá mais força à luta.
Dá mais força á luta nas Freguesias, contra a sua liquidação , na defesa dos interesses e anseios das populações.
Dá mais força á luta no Concelho, contra a privatização da EPATV e contra o negócio da entrega da exploração dos equipamentos Municipais,  desportivos e de lazer e de restauração, a esta  entidade.
Dá mais força à luta contra contra a exploração de privados da recolha dos resíduos sólidos urbanos.
Dá mais força à luta contra a exploração privada da água e saneamento
Dá mais força a luta no ensino, contra o encerramento de escolas e pela implementação do acesso ao secundário na zona Sul do Concelho
Dá mais força à luta pela construção da variante à Estrada Nacional 101, obra considerada estratégica para o Concelho e pela melhorias das acessibilidades ao Parque Industria de Oleiros.
Dá mais força à luta no acesso ao serviço Nacional de Saúde 24 horas por dia, hoje inexistente.
Dá mais força à luta contra a retirada de serviços públicos do Concelho, por  transportes públicos.
Dá mais força à luta por um novo Governo e por outra política!
A CDU de Vila Verde.
Após discussão alargada no âmbito dos partidos que sustentam a CDU, apresentamos como 1º candidato à Camara Municipal de Vila Verde, Manuel Ferreira Carvalho, eleito pela CDU na Assembleia Municipal de Vila Verde . De realçar, a confiança total no candidato apresentado pelos partidos e movimentos que sustentam esta candidatura, quer pela sua veemência quer pela forma descomprometida que sempre colocou na defesa dos interesses dos Vila Verdenses.
Para além da Coligação do PCP/PEV/ID, a CDU é, também, um grande espaço de convergência de muitos homens e mulheres democratas e de esquerda, que com o seu contributo e a sua colaboração activa dão mais vida e força a um projecto politico que vai ao encontro dos interesses dos Vila Verdenses.
Nota Biografica ,
Manuel Ferreira Carvalho
61 Anos
Percurso Profissional- Trabalhador administrativo da Grundig Electrónica Portugal e responsavel pelo polo de Braga do Centro de Formação Profissional da CGTP-IN,
Em 1977 foi eleito delegado sindical da STIEN na Grundig, cargo que desempenhou até 1991, tendo sido eleito membro da Direcção deste Sindicato,
Em 1979 foi eleito membro da Comissão de Trabalhadores desta empresa, cargo que desempenhou até 1992, altura em que se concretizou a divisão juridica da Grundig,
Desde 1995 foi eleito membro da direcção do CESP – Sindicato dos Trabalhadores do Comercio, Escritórios e Serviços de Portugal, sendo o coordenador da delegação de Braga,
É membro da Direcção da USB – União de Sindicatos de Braga e do seu secretariado,
É eleito na Assembleia Municipal de Vila Verde, eleito em 3 mandatos sucessivos, onde tem tido uma intervenção destacada na defesa dos interesses das populações e do poder local democratico,
Foi o principal impulsionador da Comissão de Untentes da Ponte de Prado e de varias lutas travadas no concelho, nomeadamente, contra o atentado ambiental das Lagoas dos Carvalhinhos , contra a obstrução e destruição do canal de regadio da Veiga- Cabanelas entre outras.
manuelcarvalho_cduvilaverdeAs eleições Autárquicas de 2013 vão realizar-se num quadro de inúmeras dificuldades para  o Povo Português , com reflexos naturalmente mais negativos num Concelho como Vila Verde, Concelho com uma forte componente rural e onde a Indústria tem vindo a desaparecer.
Dificuldades que decorrem desde logo da situação política económica e social, com particular relevo para o desemprego e para o aumento do trabalho precário e clandestino, para o aumento  das bolsas  de pobreza, havendo inúmeras famílias que vivem apenas do Rendimento Social de Inserção (RSI) e outras sem qualquer rendimento.
Dificuldades que resultam das políticas de direita desencadeadas pelos  sucessivos governos PS, PSD e CDS/PP ao longo dos últimos anos, agravadas e aprofundadas pelo actual Governo com a implementação do  resgate financeiro da Troika e do memorando de entendimento subscrito pelos três Partidos,  PS, PSD e CDS/PP.
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